Uma boa dica para quem jogava Atari!
O site Jogos de Atari disponibiliza quase todos os jogos deste clássico console, de graça e online.
Dica do Ramalho
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21 de agosto de 2008
20 de agosto de 2008
Eu, guitarrista de verdade
Há algumas semanas um amigo trouxe o Rock Band na mala. Quer dizer, trouxe a caixa toda lá dos EUA, mega trampo, mas isso é outra história. O Rock Band é um Guitar Hero com outros intrumentos. De fábrica vêm a guitarra, a bateria e o microfone (devidamente encostado pela falta de cantores talentosos na turma). Eu, que nunca fui muito viciado em games, simplesmente me apaixonei. Que coisa mais divertida!

A grande sacada do jogo é que você realmente se sente um rock star, mesmo que esteja "tocando" apenas 3 ridículas notas de um solo dificílimo do Satriani. Assim como a maior parte dos jogos de Wii, o Rock Band é o mais puro entretenimento para toda família. Isso se você assim desejar, porque tocar "Run to the Hills" na dificuldade hard já requer algumas horas de "ensaio" a mais. Qualquer outra música no expert é para pouquíssimos.
Normalmente o universo de games costuma ser guiado pela tecnologia. Principalmente pelo hardware, mas também pelo desenvolvimento de tecnologias 3D. O Wii mudou um pouco esta regra, com jogos bem mais simples graficamente a diversão foi parar na jogabilidade. Grande parte da culpa é do Wii Remote. Porém, o Rock Band e o Guitar Hero nada têm de avanço tecnológico, muito pelo contrário. Quem não lembra das máquinas de dança nos fliperamas? O princípio é o mesmo, totalmente anos 90. As "notas" (ou botões coloridos, como preferir) aparecem na tela e você têm que apertar o botão correspondente no momento certo. O console também não precisa ser grande coisa, tanto que o Guitar Hero saiu ao mesmo tempo para PS3 e PS2, exatamente o mesmo jogo.
Outro dia, com este mesmo entusiasmo, eu falei sobre o Rock Band em uma mesa de bar. Um músico, infeliz, mal-humarado e já um pouco bêbado, me esperou terminar de contar e falou "que bosta, por que não toca um instrumento de verdade? É assim que nossos filhos vão aprender a tocar violão?". E eu, lembrando de como foi minha primeira aula de piano, aos dez anos de idade, quando a professora D. Neida me deu uma flauta e me ensinou a tocar "bem-te-vi, bem-te-vi, vem aqui que eu já te vi", pensei... GÊNIO! Como seria divertido aprender a tocar qualquer instrumento jogando Rock Band.
E com isso em mente eu voltei a jogar o RB mais algumas vezes. É claro que o jogo não te ensina a tocar nenhum instrumento, mas que quem já tocou guitarra alguma vez na vida leva uma boa vantagem isso não há como negar. Afinal, a habilidade técnica das mãos e dedos e o tempo, são as bases tanto para o jogo como para o músico.
Não sei se meus filhos vão ter a sorte de se livrar do bem-te-vi e ir direto para um "Enter Sandman" no nível easy e ainda assim aprender a tocar guitarra de verdade. Mas se isso acontecer eu vou pra escolinha com eles, assim eu volto às minhas aulas de piano, violão, guitarra, saxofone, gaita...

A grande sacada do jogo é que você realmente se sente um rock star, mesmo que esteja "tocando" apenas 3 ridículas notas de um solo dificílimo do Satriani. Assim como a maior parte dos jogos de Wii, o Rock Band é o mais puro entretenimento para toda família. Isso se você assim desejar, porque tocar "Run to the Hills" na dificuldade hard já requer algumas horas de "ensaio" a mais. Qualquer outra música no expert é para pouquíssimos.
Normalmente o universo de games costuma ser guiado pela tecnologia. Principalmente pelo hardware, mas também pelo desenvolvimento de tecnologias 3D. O Wii mudou um pouco esta regra, com jogos bem mais simples graficamente a diversão foi parar na jogabilidade. Grande parte da culpa é do Wii Remote. Porém, o Rock Band e o Guitar Hero nada têm de avanço tecnológico, muito pelo contrário. Quem não lembra das máquinas de dança nos fliperamas? O princípio é o mesmo, totalmente anos 90. As "notas" (ou botões coloridos, como preferir) aparecem na tela e você têm que apertar o botão correspondente no momento certo. O console também não precisa ser grande coisa, tanto que o Guitar Hero saiu ao mesmo tempo para PS3 e PS2, exatamente o mesmo jogo.
Outro dia, com este mesmo entusiasmo, eu falei sobre o Rock Band em uma mesa de bar. Um músico, infeliz, mal-humarado e já um pouco bêbado, me esperou terminar de contar e falou "que bosta, por que não toca um instrumento de verdade? É assim que nossos filhos vão aprender a tocar violão?". E eu, lembrando de como foi minha primeira aula de piano, aos dez anos de idade, quando a professora D. Neida me deu uma flauta e me ensinou a tocar "bem-te-vi, bem-te-vi, vem aqui que eu já te vi", pensei... GÊNIO! Como seria divertido aprender a tocar qualquer instrumento jogando Rock Band.
E com isso em mente eu voltei a jogar o RB mais algumas vezes. É claro que o jogo não te ensina a tocar nenhum instrumento, mas que quem já tocou guitarra alguma vez na vida leva uma boa vantagem isso não há como negar. Afinal, a habilidade técnica das mãos e dedos e o tempo, são as bases tanto para o jogo como para o músico.
Não sei se meus filhos vão ter a sorte de se livrar do bem-te-vi e ir direto para um "Enter Sandman" no nível easy e ainda assim aprender a tocar guitarra de verdade. Mas se isso acontecer eu vou pra escolinha com eles, assim eu volto às minhas aulas de piano, violão, guitarra, saxofone, gaita...
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Teclado portátil para o PS3
Este é um aparelho que você acopla ao Dualshock3 do PS3 para ter um teclado. Muito interessante!
Via: Engadget
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17 de agosto de 2008
Brinquedo de criança

Bom, já que estamos no assunto videogame eu resolvi ir ao outro extremo da nintendo, o seu console mais vendido de todos os tempos (já passou a marca de 50 milhões vendidos e no Japão uma em cada seis pessoas tem ele).
DS, dual screen, uma tela normal e a outra é um touch screen (a de baixo) onde vc faz de tudo, desde arrastar a caneta para atirar uma bola de neve como fazendo movientos repetitivos para correr, quanto mais rápido mais corre.
Muito bacana, gráficos melhores do que os do N64 e o fantástico, com uma fita só vc pode jogar multiplayer com até 6 pessoas via bluetooth, sério "roubei" dois dos meus sobrinhos (ó que tio exemplar), fiquei jogando na sala de espera do médico com o meu primo e pareciamos duas crianças idiotas rabiscando uma tela, rindo, se socando pra prejudicar a performance do outro...
Altamente recomendável e viciante, só os sobrinhos que ficaram um pouco prejudicados.
16 de agosto de 2008
Virtual Boy

Perdido nos meus escombro, achei uma relíquia. Poucos o conhecem, mas sim, eu tenho um Virtual Boy. Bom, ele não está no seu melhor estado, pois faltam o coração - i.e., o trambolho de colocar a bateria (que acho que devem ser umas 8 pilhas AAA) - e o protetor, ou melhor, vedador de luz. Mas como podem ver, dá pra entender do que se trata: o video game mais mal sucedido da Nintendo! Não durou um ano! Impossível não ter náuseas com seu monocromatismo vermelho e sua paralaxe 3D . Isto que eles chamam de video game (e que eu comprei) não é nem portable como Game Boy, nem um de "desktop" como NES. Este suporte é ridículo. Me sinto ridículo utilizando. Ou seja, não passa de uma bela peça de decoração.
O que levou a Nintendo criar isso? E como eu fui comprar?? Algumas perguntas não têm respostas.
O que eu posso falar é de um dos jogos que eu mais jogava é este da imagem abaixo:
Era divertido, e acho que ainda o considero divertido. Vou reanimá-lo e ver se ele fica mais divertido movido à Guinness.
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